Do vasto leque de troféus conquistado por esta equipa de campeões há um que sobressai e é muitas vezes relembrado pelos membros da máfia sempre com uma lágrima no canto do olho.
Nada falta a esta história, esta participação no torneio de Póvoa é um hino ao futebol e o momento da verdadeira afirmação da equipa!
Este torneio da alta roda do futebol é um verdadeiro mostruário de talento em que várias individualidades surgem.
Uma dessas individualidades a conseguir um lugar no quadro de honra do torneio é Diogo Soares. Inspirado pelo apoio caloroso da família arrancou para as melhores exibições da sua carreira futebolística. O prémio Puskas foi também atribuído a um jogador da Máfia, César Pardal que marcou um golo que ficaria na história do torneio como uma verdadeira obra de arte.
O percurso da Máfia neste torneio começa com uma derrota frente à equipa do copos. Note-se que os jogadores: Fona, Tiago e Luís Paulo chegam atrasados ao jogo sem qualquer tipo de culpa, sendo a responsabilidade imputada à companhia aérea que transportou os jogadores desde Oliveira do Arda à Póvoa. O segundo jogo foi uma verdadeira prova de carácter à equipa, que tendo perdido o primeiro jogo tinha agora que demonstrar o seu valor e vencer. A equipa dos amigos do paraíso não se mostrou passiva, abordou o jogo de uma forma agressiva promovendo conflitos com os jogadores da máfia. Sem futebol que bastasse acabaram mesmo por ser esmagados pelo excelente jogo da máfia. Após este jogo alguns jogadores algo combalidos pelas sucessivas agressões ficaram diminuídos fisicamente mas não abdicaram de representar a equipa nos jogos que se seguiram. O terceiro jogo foi um jogo em que a máfia, uma vez mais, venceu sem grandes dificuldades impondo mesmo a maior goleada do torneio. O jogo que se seguiu mostrou um equipa com mais respeito pela equipa adversária, mas assim que se sentiram confortáveis os jogadores da máfia colocaram todo o seu talento dentro de campo e acabaram por eliminar a "Equipa do Hélio". As meias Finais que se seguiram colocavam frente a frente os velhos conhecidos "Equipa de Oliveira" e a Máfia. Equipas que se defrontavam frequentemente durante a pré-época e que não desiludiram proporcionando um excelente espectáculo de futebol ao muito público que se encontrava nas bancadas. Avisados em relação à qualidade dos jogadores desta equipa e também em relação à dureza com que alguns destes encaravam estes confrontos, os jogadores da máfia foram cautelosos mas colocaram tudo em campo acabando por arrancar uma vitória tangencial. Luís Paulo brilhou no jogo marcando os golos decisivos. Foi também neste jogo que Pardal marcou o golo que lhe valeu o prémio Puskas no final. A final, o momento de todas as decisões, o momento em que os melhores se defrontariam. Não obstante a brilhante prestação da máfia no jogo, começando mesmo na frente do marcador, a derrota acabou por roubar o sorriso e a alegria de jogar futebol aos jogadores da máfia. A equipa do copos prevalecia, mas o público lavado em lágrimas acaba por saudar a equipa da Máfia com a maior ovação da noite. Os jogadores desalentados receberam o troféu de segundo classificado mas mais que isso receberam uma experiência que nunca mais haviam de esquecer. O espírito da máfia nasceu !!!

Hum ,o narrador deste acontecimento anda um bocado baralhado, com o que realmente aconteceu neste grande torneio, onde a máfia da igreja participou .
ResponderExcluirPor isso aconselho a pedir os vídeos do torneio a sporttv, ou então rever na RTP memoria.... Para que a verdade possa ser reposta .
markes
o grande torneio, aqui nasceu o espírito da Máfia aqui nasceu a superaçao! lindo lindo!
ResponderExcluirPalmas!! Nesta altura já não havia a máquina de filmar inovadora do Marcos, força das exigências contratuais dos canais televisivos!!
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